A estudante de Biomedicina da UNIVALE, Letícia Coelho Gonçalves, está prestes a viver uma experiência que promete marcar sua trajetória acadêmica e profissional. Aluna do 3º período, ela foi aprovada no edital de internacionalização da universidade e embarca para Nova York, nos Estados Unidos, no meio do próximo ano.
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A conquista representa a realização de um objetivo que começou a ser construído muito antes da aprovação. Letícia conta que o primeiro atrativo do programa foi a possibilidade de obter uma bolsa de estudos, mas logo percebeu que a oportunidade poderia proporcionar muito mais. “Confesso que o que me chamou a atenção inicialmente foi a bolsa de 70%, mas, quando conheci melhor o programa, enxerguei uma oportunidade real de crescimento pessoal e profissional”, afirma.
Entre as opções oferecidas, ela escolheu o curso Business English, voltado ao desenvolvimento da comunicação em ambientes profissionais. A estudante acredita que o aprendizado será um diferencial importante para sua formação. “A capacidade de se comunicar de forma eficiente valoriza qualquer profissional. Esse curso vai me ajudar na apresentação de projetos, na escrita acadêmica, na participação em eventos científicos e na construção de contatos profissionais”, explica.
Segundo Letícia, o processo seletivo foi tranquilo. O principal desafio foi escolher o curso mais adequado ao seu perfil e ao nível de competência exigido.

Embora ainda esteja definindo a área da Biomedicina em que pretende atuar futuramente, ela vê a experiência internacional como uma oportunidade de ampliar horizontes e explorar novas possibilidades dentro da profissão. “Quero expandir meus conhecimentos e conhecer diferentes caminhos. A Biomedicina oferece muitas oportunidades, e essa experiência certamente contribuirá para minhas escolhas no futuro”, destaca.
A estudante também pretende aplicar os conhecimentos adquiridos na produção de artigos científicos, apresentações acadêmicas e atividades de extensão desenvolvidas na universidade.
Para quem sonha em participar de um programa semelhante, ela deixa um conselho simples, mas direto: preparação. “O intercâmbio não começa quando você entra no avião. Ele começa muito antes, com estudo, dedicação ao idioma e busca constante por experiências que agreguem valor à sua formação”, orienta.
Com as malas ainda por arrumar e muitas expectativas pela frente, Letícia já enxerga a viagem como um passo importante na construção de uma carreira cada vez mais conectada ao cenário internacional.










