Sumário
Fundo de Participação do Rio Doce destinará R$ 225 milhões para projetos capilarizados e mais R$ 225 milhões para projetos estruturantes
Com a repactuação do Novo Acordo do Rio Doce, o governo federal anunciou editais para projetos voltados às populações atingidas pelo rompimento da barragem da Samarco, em Mariana. O Fundo de Participação Social do Rio Doce destinará R$ 450 milhões para 49 municípios, de Minas Gerais e Espírito Santo, e a Assessoria de Negócios e Inovação (ANI) da Fundação Percival Farquhar (FPF), a mantendedora da UNIVALE, está oferecendo orientações para os programas de extensão da universidade que desejem participar desses editais para promover oportunidades e impacto social na região.
Dos R$ 450 milhões anunciados do Fundo de Participação, R$ 225 milhões serão para a modalidade de projetos capilarizados, e outros R$ 225 milhões irão para o chamamento público para projetos estruturantes. A equipe da ANI se reuniu na quinta-feira (28 de maio) com professores representantes de programas de extensão já executados pela instituição e explicou prazos e condições estabelecidos nos editais. A ANI também se ofereceu para ajudar na elaboração de projetos a serem inscritos para os editais.

Conforme o gestor da ANI, Célio Menezes, a proposta da UNIVALE de concorrer nos editais é promover um ambiente de inovações que beneficie a comunidade. A ideia da reunião com docentes, ele frisou, era a de estimular professores e coordenadores a pensar em oportunidades, podendo contar com o suporte do Escritório de Projetos da ANI para materializar as propostas.
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“A prioridade do nosso Escritório de Projetos é participar dos editais para captar recursos. Há muitos recursos na repactuação, então temos que estar organizados para as oportunidades e garantir melhorias e alcance maior dos programas de extensão, além de implementar novos projetos”, afirmou Célio.

No encontro com os representantes de programas extensionistas, as explicações foram passadas pela analista de projetos da ANI, Ana Luiza Nunes da Silva. “O projeto inscrito no edital deve fazer sentido para a comunidade. Isso é uma forma de que o projeto seja de fato comunitário, e que seja construído com a participação das populações atingidas. Isso é uma obrigatoriedade do edital”, frisou Ana Luiza.
O lançamento dos editais aconteceu no dia 22 de maio, em Governador Valadares, com a presença do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, que na ocasião concedeu entrevista à UNIVALE TV. “Para além de tudo que já chegou, dos programas de transferência de renda e tudo que foi feito com esse fundo do Rio Doce e dos recursos para educação, a ideia é que a própria comunidade faça a gestão [dos projetos]”, declarou o ministro.
Veja matéria da UNIVALE TV sobre o lançamento dos editais:











