Estudos territoriais realizados no GIT colocam a UNIVALE em posição privilegiada no debate sobre extensão e serviços comunitários na pós-graduação stricto sensu
A Câmara Sudeste do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária (Forext) se reuniu entre os dias 1º e 3 deste mês na PUC Minas, em Belo Horizonte, para discutir ações de extensão em cursos de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado). O Forext é composto por universidades comunitárias, como a UNIVALE, instituição que atualmente coordena a Câmara Sudeste do Fórum, com a pedagoga do Setor de Extensão e professora Renata Greco.

Representando a UNIVALE nas discussões, além da professora Renata Greco, estiveram o também pedagogo do Setor de Extensão, Nicholas Tozo, e a orientadora de extensão do curso de Design Gráfico e pesquisadora no mestrado em Gestão Integrada do Território (GIT), professora Rosilene Maciel.
“A UNIVALE está presente nas discussões de extensão, acompanhando o que está acontecendo em termos nacionais e trocando experiências com instituições da região Sudeste. Isso coloca a UNIVALE nesse lugar das vivências e experiências dos movimentos de extensão no Brasil, com muitas informações relevantes sobre o que vem por aí em termos de avaliação do MEC para a pós-graduação stricto sensu, os programas de mestrado e doutorado. Os instrumentos de avaliação estão cobrando cada vez mais que esses programas de mestrado e doutorado tenham também a extensão dentro da sua proposta pedagógica, desenvolvendo atividades de extensão integradas à pesquisa”, declarou Renata.
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A coordenadora da Câmara Sudeste do Forext considera que os estudos territoriais realizados no GIT colocam a UNIVALE em uma posição privilegiada no debate sobre extensão e serviços comunitários na pós-graduação stricto sensu, uma vez que as pesquisas desenvolvidas pelo programa de mestrado da instituição promovem diálogo entre a universidade e a comunidade, nos territórios do seu entorno.
“É uma questão relevante o desenvolvimento da extensão estar ligado às discussões de território. Afinal, é no território que a universidade cumpre a sua responsabilidade social de dialogar com a comunidade, de fazer essas trocas e de estabelecer conexões e relações com a sociedade. Entendemos que extensão é diálogo, a extensão não se faz apenas levando o saber para a comunidade, mas se faz construindo o saber com a comunidade, desenvolvendo soluções com a comunidade. E isso acontece nos espaços do território, dentro do conceito de território, com espaços de relação de poder. Aqui o conhecimento sustenta essas discussões da extensão como atuação nos territórios”, observou a professora.

Entre as palestras do evento, Renata destaca a do pesquisador e vice-presidente nacional do Forext, Márcio Tascheto, que abordou a territorialização de currículos. “Ao invés de falarmos de uma curricularização da extensão, que é o que vem sendo falado até aqui, falamos de uma territorialização do currículo. O professor Márcio vem fazendo essa discussão da relação da extensão com o território, trazendo a relação com a comunidade para dentro da universidade, e levando também a universidade para a vida que acontece lá fora, nos territórios”, detalhou a coordenadora.
O Fórum, relata a docente, se reúne semestralmente. Ao todo, estiveram presentes dez Instituições Comunitárias de Ensino Superior (Ices) da região Sudeste: UNIVALE, PUC Minas, PUC Rio, Mackenzie Campinas, Univap, UFN, UPM, USF, Unasp e FEI. Além da reunião da Câmara Sudeste do Forext e de palestras, a programação ainda teve a mostra de extensão da PUC Minas e oficinas formativas.
“Todo semestre o fórum se reúne, e esse evento na PUC foi maravilhoso. Foi um evento que nos proporcionou trazer novos conhecimentos, trocar experiências e trazer para a UNIVALE saberes do campo da extensão, principalmente a extensão na pós-graduação stricto sensu, que é o mestrado. Foi muito importante”, avaliou Renata.











