Novo presidente do CBH Doce promete um ciclo de gestão participativa dos recursos hídricos na região
Representando a UNIVALE, o coordenador do curso de Engenharia Civil e Ambiental da instituição, professor Hernani Santana, tomou posse da presidência do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CBH Doce). Com a participação de órgãos governamentais e organizações da sociedade civil, de municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo que compõem a bacia, o CBH Doce cumpre papel estratégico na articulação dos diversos atores sociais para a cooperação voltada à preservação e recuperação do Rio Doce.
Ao assumir a presidência, Hernani Santana se comprometeu a aproximar a universidade e os comitês do Rio Doce e afluentes, que compõem a bacia hidrográfica. O novo presidente do CBH Doce promete um ciclo de gestão participativa dos recursos hídricos na região.

“A intenção é aproximar a academia e os comitês da bacia. A gente tem muito a contribuir com toda a gestão hídrica e é muito importante trabalhar de forma participativa, levando a academia para dentro do comitê para fazer essa troca. Essa participação é fundamental e é isso que vamos trabalhar nesses anos de gestão à frente do CBH Doce”, declarou Hernani.
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A posse da diretoria-executiva e a recomposição de câmaras técnicas e grupos de trabalho do CBH Doce aconteceram quinta-feira (16), em um dia intenso de trabalhos no auditório B do campus 2 da UNIVALE. Ao deixar o cargo, o presidente anterior do comitê, José Carlos Loss Júnior, fez um balanço de sua gestão.
“Na dinâmica do comitê do Doce a gente não tem quebras ou interrupções, a gente está efetivamente focado nas questões de gestão de recursos hídricos. Esse período foi muito produtivo e de muito ganho, principalmente pela cordialidade, parceria, carinho e a convivência na construção. Deixo só agradecimentos em relação a isso”, disse Loss.

Os novos membros empossados são representantes de instituições do poder público federal, estadual, municipal, sociedade civil organizada e usuários de recursos hídricos, responsáveis por promover a gestão das águas de forma participativa nas bacias onde estão inseridos.
Antes da posse, os membros do CBH Doce acompanharam a palestra “Conectividade ecológica e mudanças ambientais na Bacia do Rio Doce: o que aprendemos com insetos aquáticos”, ministrada pela doutora em Ecologia e pesquisadora da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Ana Dária Leite Viana. Em seu trabalho de pós-doutorado, ela desenvolve biomonitoramento de insetos aquáticos na porção capixaba da Bacia do Rio Doce.

Durante a palestra, a pesquisadora lembrou dos impactos causados pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco, em Mariana. “No ano passado completaram-se 10 anos desde o desastre, que atravessou, não só geograficamente, a vida de milhares de pessoas. Esse contexto é bem denso, e quem trabalha com a Bacia do Rio Doce vê essa realidade rotineiramente”, salientou Ana Dária.










