Docentes avaliam que a titulação reforça compromisso com a qualidade do ensino em Fisioterapia
A prova de especialidades do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) avalia conhecimentos técnicos e científicos em áreas específicas dessas categorias, e sua aprovação garante inscrição no Registro de Qualificação de Especialista (RQE). Na edição mais recente do exame, três professores do curso de Fisioterapia da UNIVALE conquistaram títulos de especialistas profissionais: Leonardo Menezes Peres (na área de Traumato-Ortopedia), Priscylla Ruany Mendes Pestana Freire (também em Traumato-Ortopedia) e Natália Virgínia Vieira (na área de Fisioterapia Neurofuncional na Criança e no Adolescente).

A aprovação dos docentes foi comemorada pela coordenadora do curso, professora Anaile Duarte Toledo. “Essa aprovação na prova do Conselho Federal representa um importante reconhecimento da qualificação e da experiência profissional do corpo docente. Esse resultado fortalece o curso ao evidenciar que seus professores possuem alto nível de conhecimento técnico-científico, validado pelo órgão máximo da profissão. Como benefício direto para o curso, essa conquista contribui para a elevação da qualidade do ensino, maior aprofundamento nas práticas e conteúdos ministrados, fortalecimento da credibilidade institucional e formação de acadêmicos mais bem preparados para o exercício profissional”, avaliou Anaile.
O professor Leonardo, que em uma edição anterior do exame já havia conquistado aprovação como especialista em Fisioterapia Esportiva, considera o título como uma certificação de que os profissionais da área possuem, além do tempo de experiência, qualificação técnica e científica que valoriza a categoria. E, no caso de fisioterapeutas que também são professores, a titulação de especialista é um diferencial para a formação de novos profissionais.
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“Os alunos acabam tendo contato com um docente que não está ali só para ensinar uma teoria, mas que também possui esse reconhecimento formal de competência na área, o que enriquece, na minha opinião, o processo de ensino-aprendizagem. Isso amplia as referências profissionais dos alunos e fortalece a credibilidade e excelência do curso. Para o curso de Fisioterapia, a aprovação de um docente nesse processo tem grande relevância acadêmica e formativa, fortalecendo a qualidade do ensino e demonstrando que os conteúdos ministrados por nós, professores especialistas, estarão ancorados em uma prática clínica mais qualificada”, disse Leonardo.
Para a professora Priscylla, a aprovação na prova de especialidades mostra uma chancela do Conselho Federal a profissionais que se dedicam com experiência profissional, produção científica e formação acadêmica. Pensando na atuação em sala de aula, ela considera que o professor especialista fortalece o corpo docente da instituição, com conteúdos teóricos e práticos de qualidade.

“A aprovação é algo que vai muito além do reconhecimento individual. É importante que o Conselho traga essa oportunidade de reconhecimento para aqueles profissionais que realmente se dedicam e se aperfeiçoam de forma contínua para atender o paciente da melhor forma possível. Dentro da docência, isso reafirma o compromisso com a excelência profissional e com a responsabilidade ética diante da instituição e da sociedade. Isso mostra que o docente se compromete a aumentar o nível de qualidade das discussões clínicas com os alunos, tanto em sala de aula quanto no ambiente de estágio”, afirmou Priscylla.

O reconhecimento com o título de especialista conquistado junto ao Conselho Federal, conforme a professora Natália, demonstra o compromisso dos docentes com a qualificação contínua e com a busca por uma prática cada vez mais atualizada. Ela salienta que, como fisioterapeuta egressa da UNIVALE, a oportunidade de formar novos profissionais na instituição torna a conquista ainda mais gratificante, e reforça o compromisso dela com a universidade e com a profissão.
“A oportunidade de aprender com docentes que possuem reconhecimento na área de atuação é algo que fortalece o processo de ensino e contribui para uma formação mais sólida. Ter professores titulados também inspira os estudantes a valorizarem a qualificação profissional, a ciência e o compromisso com a excelência no cuidado em saúde, ampliando também o olhar crítico, o raciocínio clínico e a qualidade da prática profissional desde a graduação. Tudo isso mostra a qualidade da formação oferecida pela universidade, preparando futuros fisioterapeutas cada vez mais aptos para os desafios da profissão e do mercado de trabalho”, declarou Natália.








