Sumário
Alunos aprenderam procedimentos para que um projeto receba um parecer de aprovação do colegiado que compõe o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP)
O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da UNIVALE realizou duas rodas de conversa para orientar estudantes quanto à aprovação de projetos de pesquisa que envolvam a participação de seres humanos. O encontro de segunda-feira (25) foi com integrantes da Liga Acadêmica de Biomedicina e Imunologia, e na terça (26) foi a vez dos alunos do 2º período de Medicina. Nas duas reuniões, a coordenadora CEP, professora Mônica Valadares, passou informações sobre a submissão de arquivos na Plataforma Brasil, base de registros nacional de trâmite de projetos de pesquisa.
Mônica explicou para os grupos de estudantes quais são os procedimentos para que um projeto receba um parecer de aprovação do colegiado que compõe o CEP, conforme diretrizes estabelecidas pela Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep). A coordenadora relata que já havia participado anteriormente de uma conversa com alunos que compõem a Liga Acadêmica.


“A Liga nos procurou novamente para conversar um pouco sobre o trâmite dos documentos em um projeto, como funciona, que tipo de pesquisa tem que passar pelo Comitê de Ética e qual tipo não precisa, porque não são todas, somente aquelas que vão utilizar seres humanos direta ou indiretamente na realização do estudo”, afirmou.
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Entre os alunos da Liga Acadêmica de Biomedicina e Imunologia presentes à capacitação, a maior parte ainda não tinha contato com a iniciação científica – a exceção era a presidente da Liga, Natalie Garcia de Souza, aluna do 6º período do curso de Biomedicina da UNIVALE.
“Ter esse contato desde o início da graduação, e eu comecei minha iniciação científica no 3º período, é muito importante. Por estar em uma Liga Acadêmica, a gente consegue pesquisar mais. São conhecimentos que muitas vezes a gente não tem na graduação. Uma das bases da Liga é a pesquisa, e ter esse conhecimento diretamente com o CEP é importante. Muitas vezes a gente fica na dúvida do que pode e o que não pode”, disse Natalie.

Preceptora da Liga e docente do curso, a professora Tauane Soyer também participou do encontro na segunda-feira e reforçou a importância de aprender os trâmites de submissão de projetos. “Os estudantes queriam ter esse contato com o CEP e saber como funciona e o que precisa ser feito para ter um projeto de pesquisa da Liga”, declarou a docente.
No encontro com os alunos de Medicina, também participou a professora Sandra Nicoli. “É importante inserir a Medicina também, porque nós atendemos aqui os profissionais da pesquisa e da extensão do curso. Nós fazemos essa orientação pontual aos alunos desde os períodos iniciais, mesmo que eles, enquanto alunos da graduação, não possam fazer a submissão direta na plataforma, mas eles são orientados nas atividades acadêmicas de pesquisa”, concluiu Mônica.












