Na entrevista para o Estado de Minas, o docente tratou das técnicas de mediação nos relacionamentos utilizadas no programa institucional de gestão de conflitos adotado na UNIVALE

Além de professor na UNIVALE, onde leciona no curso de Direito e no mestrado em Gestão Integrada do Território (GIT), Bernardo Nogueira também é mediador credenciado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Por sua atuação como mediador de conflitos, o docente foi entrevistado para o jornal Estado de Minas e conversou com a mestra em sexologia e especialista em comportamento, Katiuscia Silva, abordando a mediação de conflitos nos relacionamentos amorosos.
O tema do texto de Katiuscia Silva foi a questão “como lidar com diferenças sem tentar ‘domar’ o outro?” e, para Bernardo, a ideia essencial é pensar na diferença não como inimiga: “A diferença, em si, é fértil, é ‘adubo’ da vida humana”. O professor considera que, em um relacionamento, a diferença só se torna uma ameaça quando o vínculo já está frágil.
A ausência de escuta, acrescentou o docente, transforma conversas em confrontos: “A gente acha que está compreendendo o outro; porém, na prática, está fechando a porta do diálogo. Em vez de afirmar, pergunte. Conversas difíceis vão existir”.
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Para manter o diálogo, a recomendação de Bernardo é a de substituir suposições por perguntas. “É isso que a mediação e a maturidade oferecem, um espaço seguro para que o que está por trás dos conflitos finalmente apareça. Em vez de disputa para ver quem está certo, a conversa ganha escuta. Quando esse ‘por trás’ vem à tona sem acusações, o confronto vira compreensão e então nasce um novo jeito de se relacionar”, apontou.
Bernardo salienta que, na entrevista para o Estado de Minas, tratou das técnicas de mediação nos relacionamentos utilizadas no programa institucional de gestão de conflitos adotado na UNIVALE para fortalecer a cultura de diálogo, cooperação e respeito dentro da comunidade acadêmica e administrativa.
“A segurança não aparece no meio da briga, mas é construída no cotidiano. E é desse espaço feito de confiança, responsabilidade, humildade e maturidade, que nasce a chance de discordar sem humilhar e de se aproximar sem se perder”, concluiu o professor.









