Além de garantir a inserção de estudantes na rede pública de serviços, o PET-Saúde Equidade trabalha temas como etnia, gênero, saúde mental e violência, entre outros tópicos
O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde) reuniu coordenadores de assistência do Hospital Municipal e representantes dos diversos níveis de atenção para o treinamento “Vozes que Transformam: comunicação ética e acolhedora na gestão em saúde”, realizado no campus 2 da UNIVALE na quarta-feira (15). O PET-Saúde é um programa do governo federal que integra estudantes aos serviços de saúde.
A edição atual do programa trabalha o tema da Equidade, em eixos como etnia, gênero, saúde mental e violência, entre outros. O coordenador do PET-Saúde Equidade na UNIVALE, o professor Leonardo Leão, salienta que o programa garante a inserção precoce de estudantes na rede pública de serviços, discutindo a atenção a diversos tipos de público.

“Durante meses, tivemos a coleta de várias informações, para entender o perfil dos nossos profissionais da rede, e montamos estratégias para hoje justamente fazer uma capacitação, levando em consideração esses dados. O PET-Saúde é essa ferramenta essencial para nossos alunos terem contato próximo com o serviço de saúde e com os profissionais da rede, entendendo a lógica de funcionamento dos serviços, fazendo integração ensino e serviço, para melhorar o atendimento à comunidade”, comentou Leonardo.
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Coordenadora do grupo de trabalho durante o treinamento, a professora Mônica Valadares frisa que o PET-Saúde proporciona uma assistência focada nas necessidades das pessoas. “Há algum tempo, nós estamos já inseridos nesse contexto do PET. A gente fica muito feliz com essa oportunidade de aproximação do ensino com o serviço, considerando o contexto e necessidades da comunidade, para ensinar nossos alunos a importância de conhecer e respeitar os cenários do SUS. A proposta do PET deixa nosso estudante mais livre para perceber o cenário do serviço público, e quantas possibilidades existem para os diversos profissionais”, disse Mônica.
A preceptora do grupo de trabalho, Marta Giovani, destacou também a importância de valorizar os profissionais de saúde que atuam na rede. “A experiência do PET me fez crescer enquanto pessoa e profissional. O princípio desse PET é tratar da desigualdade, oferecendo mais recursos e mais atenção a quem mais precisa. Quando a gente começa a refletir em cima de todos os processos de trabalho que a gente vem construindo, desde o início da formação do sistema público, a gente percebe que o mais importante foi deixado de lado, que são os trabalhadores e as trabalhadoras do sistema. Muitos temas discutidos aqui levaram em consideração as situações que estamos vivendo”, afirmou Marta.











