Mateus Felipe de Souza Fonseca, bolsista da universidade e integrante do projeto de karatê apoiado pela UNIVALE e pelo clube Filadélfia, participa da competição entre os dias 20 e 23 de agosto, em Vitória (ES)

O estudante do 2º período de Fisioterapia da UNIVALE, Mateus Felipe de Souza Fonseca, vai viver um momento importante na trajetória de 10 anos dedicados ao karatê. Entre os dias 20 e 23 de agosto, ele participa do Mundial de Karatê, realizado pela primeira vez no Brasil, em Vitória (ES). Além das disputas, Mateus fará, no dia 21, sexta-feira, o exame de graduação para a faixa preta, um dos principais desafios de sua carreira no esporte.
Bolsista da UNIVALE, Mateus integra o projeto de karatê apoiado pela universidade e pelo clube Filadélfia, que tem contribuído para a formação e o desenvolvimento de atletas da região. Para ele, participar do Mundial e realizar o exame representam o fechamento de um ciclo e o início de uma nova etapa.
“São muitas emoções envolvidas, somadas à ansiedade que antecede todo grande marco. Mas o sentimento de um ciclo se fechando e outro se abrindo é o que traz tranquilidade. São 10 anos de treino sendo expressados em uma hora de exame, que abre uma nova porta para outras décadas de aprendizado”, conta.
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Preparação para o Mundial
Para chegar ao campeonato, o atleta tem dividido a preparação entre o condicionamento físico e o aperfeiçoamento das técnicas do karatê. Segundo Mateus, os dois aspectos são fundamentais para alcançar um bom desempenho no tatame.
“A preparação exige constância e intensidade. O condicionamento físico é extremamente importante, mas não é suficiente sem qualidade técnica. Minha preparação para o campeonato e para o exame de graduação tem se baseado nesse equilíbrio entre aprimoramento físico e refinamento técnico, sempre buscando a melhor performance no tatame”, explica.
Além da preparação física e técnica, o atleta também destaca a importância do equilíbrio emocional. A experiência acumulada ao longo dos anos de treinamento tem ajudado Mateus a lidar com a responsabilidade de disputar uma competição internacional e, ao mesmo tempo, buscar a graduação para a faixa preta.
Dez anos de dedicação ao Karatê
A história de Mateus com o esporte começou quando ele tinha 10 anos, no projeto social Lutando pela Paz, onde teve os primeiros ensinamentos com o sensei Marcelo Bina e, posteriormente, com o sensei Júlio.
Com o passar dos anos, o atleta teve a oportunidade de treinar com o sensei Raniere em um dos dojôs onde ele ministrava aulas. Foi assim que passou a frequentar também o CT Budokan Filadélfia, até se tornar oficialmente atleta do clube Filadélfia.
Desde então, Mateus passou a representar o clube em competições regionais, nacionais e internacionais. Agora, a próxima etapa dessa trajetória será no Mundial, em Vitória.
“Comecei a praticar karatê aos 10 anos e, desde então, tive muitas oportunidades de aprendizado e competição. Chegar a esse momento, depois de tantos anos de treino, tem um significado muito grande para mim”, afirma.
UNIVALE incentiva o esporte e a formação de atletas

Além de contribuir para a formação acadêmica de Mateus, por meio da bolsa de estudos, a UNIVALE também apoia o projeto de karatê desenvolvido em parceria com o clube Filadélfia, fortalecendo o incentivo ao esporte e dando condições para que atletas da região possam conciliar a prática esportiva com a graduação.
Outros três atletas do projeto também são bolsistas da universidade em cursos de graduação. A iniciativa faz parte de uma atuação mais ampla de incentivo ao esporte. A UNIVALE também apoia o aikidô, modalidade que conta com aulas no clube Filadélfia e no Morro do Carapina.
Para Mateus, a possibilidade de unir a formação acadêmica à trajetória esportiva é um diferencial: “Ter o apoio da UNIVALE é muito importante, porque consigo seguir minha formação acadêmica sem deixar de lado o esporte, que faz parte da minha vida há tantos anos”.
Agora, o estudante se prepara para colocar em prática tudo o que construiu ao longo de uma década. Em Vitória, ele terá pela frente dois desafios: representar o clube em um Mundial e buscar a tão esperada faixa preta.











