Oficina de letramento digital foi oferecidas a alunas das escolas estaduais Quintino Bocaiúva e Abílio Rodrigues Patto
Cerca de 20 adolescentes de duas escolas da rede estadual em Governador Valadares vieram ao laboratório de informática do campus 2 da UNIVALE para receberem uma oficina de letramento digital. Elas participam de uma pesquisa da universidade que estimula o ensino da matemática e o interesse por ciências exatas em meninas da educação básica.
A atividade aconteceu no dia 8 de maio (uma sexta-feira) em dois turnos, cada um direcionado a adolescentes de uma das escolas. Pela manhã, a oficina de letramento foi oferecida a garotas da Escola Estadual Quintino Bocaiúva. À tarde, foi a vez das jovens da Escola Estadual Abílio Rodrigues Patto.

Quem conduziu a dinâmica foi a professora Cristiane Mendes Netto, docente no mestrado em Gestão Integrada do Território (GIT), com apoio de estudantes que também integram a pesquisa “Meninas da educação básica, graduandas e professoras nas áreas de Ciências Exatas apropriando-se de estratégias de pesquisa de opinião e constituindo-se como produtoras de conhecimento sobre as relações entre gênero, raça e matemática”.
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Mestranda no GIT, Cristiane Lopes de Souza de Bortolo acompanhou a oficina também como trabalho de campo para a dissertação que será apresentada ao final do programa de pós-graduação. Graduada em Letras e professora em uma escola pública em Colatina (ES), ela escolheu o letramento digital como tema em seu estudo no mestrado.
“O letramento digital é o uso e a prática da escrita e da leitura de conteúdos nos ambientes digitais. Só que essa prática tem que ter o uso crítico, ético e responsável. A tecnologia só foi evoluindo. E essas alunas vieram aqui para falar quais as tecnologias que elas mais usam e suas características, como por exemplo os aplicativos de inteligência artificial”, disse a aluna do GIT.












