Interessados em cooperar com a pesquisa e com o Museu da Migração podem entrar em contato com a professora Sueli Siqueira, por meio do telefone (33) 99961-6098
A migração é um fenômeno muito presente no Vale do Rio Doce, principalmente em Governador Valadares, e a UNIVALE produz pesquisas que são referência sobre o tema. Em um dos projetos em andamento, professores do mestrado em Gestão Integrada do Território (GIT) planejam criar um Museu da Migração. Para construir o acervo, as professoras Sueli Siqueira e Gláucia Assis pedem a colaboração de pessoas envolvidas em fluxos migratórios, ou suas famílias.
Conforme a professora Gláucia Assis, o acervo deverá ser exibido primeiramente de forma virtual, e depois a exposição será proposta para o Museu da Cidade, para que a cidade acolha e reconheça a história da migração como parte de Governador Valadares. Os itens que poderão ser exibidos são registros sobre a migração de pessoas do Vale do Rio Doce para o exterior, incluindo fotografias, vídeos ou cartas, entre outros.

“A gente espera contar com o público nesse nosso projeto de histórias da migração. O projeto é financiado pela UNIVALE, com participação de docentes do GIT, e nós queremos contar a história da migração na cidade. Temos migração de valadarenses para o exterior desde a década de 1960. O principal destino são os Estados Unidos, mas existem outros destinos também, e a gente quer reunir um acervo de fotos, vídeos e cartas para contar essa história a partir da perspectiva de quem viveu, quem foi e voltou e quem ainda está lá. A gente quer que a cidade tenha um panorama dessa história”, afirmou Gláucia.
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Interessados em cooperar com a pesquisa e com o Museu da Migração podem entrar em contato com a professora Sueli Siqueira, por meio do telefone (33) 99961-6098. Ela frisa que a colaboração obedece a critérios de ética em pesquisa, incluindo o sigilo, e enfatiza que os materiais disponibilizados serão tratados com cuidado e respeito, e só serão utilizados itens previamente autorizados por quem decidir colaborar com o Museu da Migração.

“Ao longo de mais de 60 anos de movimento migratório, pessoas e suas famílias vivenciaram tudo isso. Há elementos muito importantes para registrar essa história, elementos que as pessoas guardaram, como cartas, fotos, fitas cassete e álbuns fotográficos. Quem tiver algum tipo de material e tiver interesse em cooperar conosco nessa construção, nós agradecemos. Nós garantimos sigilo, temos todo o critério para utilizar esses materiais, e nosso objetivo é exatamente o de registrar. Nossa cidade é referência no movimento migratório, a gente recebe estrangeiros que vêm aqui em busca de compreender esse fenômeno, e esse será um registro importante”, declarou Sueli.
Veja também a entrevista que as professoras concederam para a UNIVALE TV sobre o Museu da Migração:












