Atividades do Hacktown incluíram palestras com executivos de empresas de tecnologia e demonstrações em estantes de empreendimentos, produtos e startups

O Hacktown é um festival de inovação, consciência e tecnologia de nível global, que em 2026 foi realizado no município mineiro de Santa Rita do Sapucaí, entre os dias 3 e 7 deste mês. Mais de 500 empresas participaram e o Sebrae de Governador Valadares enviou representantes para acompanhar painéis e palestras do Hacktown. A comitiva de atores do ecossistema de inovação em Valadares incluiu três alunos do curso de Sistemas de Informação da UNIVALE: Lucas Andrade Feres, Alexandre Marcus Hott e Franklyn Rodrigues dos Santos.
Ao ter contato com várias palestras e projetos sobre tecnologia, inovação e empreendedorismo, Alexandre avalia que participar do HackTown foi uma experiência muito enriquecedora. “Entre os destaques, assistimos a uma palestra de um profissional da NVIDIA sobre inteligência artificial e suas aplicações no mercado, conhecemos uma startup de drones a combustão e participamos de uma feira com diversas startups interessantes. Também acompanhamos palestras sobre física quântica, segurança cibernética e empreendedorismo no Uruguai”, afirmou.
Os eventos do Hacktown aconteceram em diversos locais de Santa Rita do Sapucaí, e os participantes puderam conhecer as atividades do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) e da Escola Técnica de Eletrônica (ETE).
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“O campus do Inatel é muito bonito, bem estruturado e possui vários ambientes voltados à ciência e à inovação. Vimos laboratórios de física e química e uma impressora 3D gigantesca que utilizava material líquido. Outro ponto muito positivo foi a convivência com os participantes da missão Hacktown. Como o grupo reunia pessoas de diferentes áreas, tivemos uma troca muito rica de conhecimentos e experiências. Também pude me aproximar mais dos colegas, principalmente do Franklyn e do Lucas Andrade. No geral, foram dias de muito aprendizado, novas conexões e contato com ideias que ampliaram bastante minha visão sobre tecnologia, ciência e empreendedorismo”, acrescentou Alexandre.
Franklyn relata que o Hacktown foi a maior experiência que ele teve em um evento sobre inovação, tecnologia e empreendedorismo. “O que me chamou mais a atenção é que o evento não ficava só em um lugar, o evento ficava praticamente na cidade inteira. É uma cidade pequena, de 40 mil habitantes, mas em toda esquina tinha algo do evento, e precisava de credencial para entrar. Os dois locais em que mais participei foram no Inatel e na ETE, locais com mais ou menos um quilômetro de distância um do outro”, declarou o aluno.
Da participação no Hacktown, Franklyn destaca as palestras com executivos de empresas de tecnologia e as demonstrações em estantes de empreendimentos, produtos e startups. Os conhecimentos adquiridos nessa viagem já serão aplicados em seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

“Muitas palestras aconteciam simultaneamente. Pelo aplicativo do evento a gente identificava qual a gente queria assistir, para se planejar com antecedência. Eu busquei palestras relacionadas a tecnologia e inovação, e vi bastante coisas novas sobre inteligência artificial. A maioria dos estandes e palestras eram sobre IA. Foi muito interessante, consegui ver outras aplicações e perspectivas diferentes de uma tecnologia que já estou estudando aqui na UNIVALE, e estou aplicando isso no meu TCC”, frisou.
Os estudantes da UNIVALE tiveram conhecimento do Hacktown pela coordenadora do curso, professora Rossana Cristina Ribeiro Morais. Ela considera a presença dos alunos no Hacktown uma excelente oportunidade para networking, vivenciar eventos de inovação, participar de palestras e de momentos que proporcionarão, na vida profissional, soluções de problemas reais da comunidade de uma forma diferenciada. “Tudo isso abre uma perspectiva de como a tecnologia pode ser utilizada e pode ser apropriada como um elemento auxiliador da solução de problemas complexos. Essa é uma oportunidade única para os alunos abrirem mesmo a mente para novas possibilidades de atuação como profissionais de tecnologia, com inserção de impacto da vida profissional deles na comunidade”, salientou a professora.













